O Ministério da Saúde – órgão do Governo Federal – liberou R$ 25,9 milhões para ser utilizado no combate das doenças infecciosas ou parasitas – como a hanseníase, esquistossomose, tracoma e geohelmintíases.Os municípios que receberão esta assistências são aqueles considerados regiões endêmicas – localidades em que as doenças possuem um alto grau de continuidade.
Os municípios que receberam os recursos, já definiram, perante o governo, quais serão suas ações. De acordo com fontes do Ministério, os estados que mais receberão dinheiro são: Maranhão (R$ 3,386 milhões), Pernambuco (R$ 3,07 milhões), Pará (R$ 2,99 milhões) e Bahia (2,96 milhões). O Amapá tem a menor parcela (R$ 30 mil).
De acordo com o Ministério, o Brasil tem uma alta confecção de medicamentos para essas doenças. Há R$54 milhões investidos, em 2011, em laboratórios públicos com capacidade para análise destas enfermidades. 2010 foi o ano em que houve 518 projetos de pesquisa também nestes tipos de doenças, onde ultrapassou a marca de R$ 95 milhões em investimento. No ano de 2006, o Ministério da Saúde realizou um programa que se intitulou “Pesquisa e Desenvolvimento em Doenças Negligenciadas no Brasil”, em que tinha o foco na atuação da disseminação das seguintes doenças: dengue, doença de chagas, leishmaniose, hanseníase, malária, esquistossomose e tuberculose.
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