Em janeiro de 2012, foi criada uma associação chamada “Associação de Vítimas PIP”, no qual, hoje, tem mais de 3 mil mulheres interessadas em se unir a esta instituição. É cerca de 80% das mulheres do país que possui os silicones PIP que estão requerindo se juntar à Associação. A associação tem o foco de ajudar mulheres que possuem o silicone da PIP – que apresenta problemas – perante demais órgãos de saúde e do governo.
O primeiro passo desta associação foi tentar acordar com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anisa) um contrato que forneça gratuitamente a troca de próteses, inclusive para as mulheres em que o silicone ainda não se rompeu. Quem arcará com as despesas deste procedimento será o SUS e os planos de saúde.
A intenção da Associação é que haja um consenso com a Anisa para que não tenha a necessidade de uma ação judicial destas mulheres no Ministério Público, evitando, além de tudo, desgaste e demora de uma ação coletiva destas pessoas.
De acordo com a Anvisa, há pelo menos 450 mulheres que possuem o silicone PIP e querem propor um acordo com à Anisa.
Para a Associação de Vítimas PIP, o governo é responsável por fornecer um novo silicone para estas mulheres já que foi ele quem autorizou a entrada do silicone PIP no país.
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